Uma coisa que eu faço sabendo que nunca, nunca mesmo vai dar certo é correr atrás de ônibus.
É como dar nó em pingo d'água! Já reparou como a gente sempre "não entra" no coletivo toda vez que saímos desembestado atrás dele? Imagine a cena: o ponto está lá longe, tipo uns 300 metros de distância quando você, incrédulo, assiste àquele seu busú - que vem de hora em hora - passar por você. Neste momento você não percebe, mas nossas mentes registram alguns pensamentos, como:
1) porra, fudeu!
2) corre, meu filho, corre...
3) alguém vai descer, o ônibus vai parar por um instante e eu entro!
4) alguém vai subir, o ônibus vai parar por um instante e eu entro!
5) alguma boa alma que está em pé, parada no ponto de ônibus, vai me ver correndo e então pedir ao motorista para aguardar um instante, depois eu entro!
6) o motorista vai me ver correndo pelo retrovisor, vai ter pena de mim - afinal, aqui fora está um calor infernal, eu de gravata e etc... - vai se sensibilizar e parar o coletivo...
Humpf, porra nenhuma! Ontem, ao sair correndo pela última vez nesta minha vida atrás de um ônibus - Deus é pai! - percebi que nunca irei obter êxito nesta batalha contra o sistema rodoviário urbano. Sabe porquê? Simples... talvés você não tenha reparado, mas há uma rixa velada entre motoristas de ônibus e passageiros dos mesmos, principalmente com os que correm para não perder o balaio. Como eu sei disso? Ora... por dedução! Você acredita que eu cheguei bem ao lado dele, bati na lataria cinco vezes, o sem-mãe olhou para mim pelo retrovisor, deu um sorriso "colgate" e acelerou?
Filho da mãe... aposto que se fosse uma mulher gostosona que tivesse correndo, ele parava.
_______________________________
PS.: Uma coisa que não se empresta é o tal do cartão do vale-transporte. Mas isso é assunto para...
posted by : o Administrador desta empresa, uai! 9:05 AM
Segunda-feira, Julho 24, 2006
Ossobuco(parte final)
Mas é bom um tanto que você não sabe... ou melhor, você irá saber agora!
O ossobuco é simplesmente o músculo bovino, a perna do boi - o corte acima da canela e abaixo do joelho. No sábado eu passei no açougue e comprei a tal carne (que é previamente congelada e depois serrada em rodelas, sendo que no centro fica o osso com o tutano - que vai dar sabor ao prato, e em volta da formação óssea, o músculo propriamente dito) e corri para casa para preparar a iguaria, onde o limpei, temperei e voltei à geladeira para descongelar até o outro dia.
Domingo finalmente chegou: depois de me servir de uma cerveja estupidademente gelada, abri a vasilha do ossobuco descongelado e adicionei mais um pouco de tempero, desta vez um condimento chileno que dá um gosto especial na carne, mais um tiquinho de Krill e muito molho Shoyo. Deixei descansar neste caldo por mais um tempo - aproveitei e fui colocar fogo no fogão à lenha. Estava pronta a primeira parte.
A outra fase é selar a carne, ou seja, fritá-la de modo que o ossobuco não se despedace na panela quando for a hora de cozinhá-lo. Numa panela grande de ferro fundido, juntei uma boa quantidade de óleo e fritei os pedaços, deixando-os reservados após o processo. Depois de todos prontos, retirei o excesso da panela e voltei com o ossobuco, adicionando água fervente.
Daí para frente foi só conferir se o tempero está de acordo com que o freguês gosta (no caso, juntei à festa dois tabletes de Caldo Knorr sabor costelinha de porco e mais uma colher média de tempero), se a cerveja está geladinha e, o mais importante, recitar o mantra que faz com que o tutano derreta corretamente, deixando assim o caldo do ossobuco mais consistente e saboroso.
PS.: agradecimentos mais que especiais ao Júnio do No Congelador que me ajudou com o broadcast! Valeu, velhinho!!
PS2.: e aquele blog das pessoas que não emprestam nada para ninguém tá que tá! Hein? Você não sabe do que se trata? Poxa, "entonces" você não sabe o que está perdendo...
posted by : o Administrador desta empresa, uai! 6:04 PM
Sábado, Julho 22, 2006
Todo mundo quer que eu não coma ossobuco.
Para quê eu fui tomar cerveja naquele botequim na terça? Para quê comecei à falar sobre comida que eu faço e que gosto, imensamente, de comer? Para quê fui ouvir aquele cara que falou do ossobuco.
- Ossobuco? Mas que raios de comida que é esta?
Ah tá, ossobuco! Então isso que é ossobuco? Menino, cismei: agora eu quero comer ossobuco.
Mas não estou podendo! Ossobuco vai me fazer muito, mas muito (ah, só uma vez)... bem!! Ah, que delícia de que deve ser aquele treco! Ai, que vontade que me bateu de devorar o ossobuco!
Na própria terça comentei com senhora esposa sobre a iguaria! Ossobuco! Vamos fazer no sábado? A negativa eu já presentia antes mesmo de guardar o carro na garagem, antes mesmo de desligar o motor, antes mesmo de subir as escada, antes mesmo do beijinho de "querida, cheguei", antes mesmo de começar à falar sobre o que iríamos almoçar no final de semana.
- Amor, nada de ossobuco, nem pensar, nem... esquece!
Ossobuco, ossobuco! Ah, mas eu quero! Eu quero comer ossobuco, não hoje, sábado, que vai rolar costelinha de porco com quiabo e angu de milho novo... mas eu quero ossobuco amanhã! Liguei para o cara (ele trabalha com isso) que me falou do ossobuco, ossobuco, ossobuco... ossobuco na cabeça, a boca enchendo dágua, para ver se ele me arruma aí, tipo, umas cinco fatias?
- Infelizmente a gente só vende ele inteiro! Não tem como tirar somente cinco fatias para você...
- Pxa, mas quanto pesa ele inteiro?
- Uns 3 quilos... mais ou menos!
Meu Deus, o que eu vou fazer com três quilos de ossobuco. Eu, que estava pensando em fazer escondido, que já estava programado de chegar em casa e guardá-lo no fundo do congelador, atrás de dois frangos que iria comprar (para providenciar cobertura ao ossobuco)... mas três quilos é muita raça de ossobuco! E para limpar? Como faço para limpar o ossobuco! Ossobuco, ossobuco!! Ossobuco deve ser gostoso.
A receita já tá na mão. O dinheiro para comprar o ossobuco e os condimentos... ah, domingo eu vou comer ossobuco, e seja o que Deus quiser!
- Tá bão, tá bão... mas se eu fizer, tu vai querer um pedaço, não é, Meu Senhor?
______________________________
PS.: Você já viu o pai, em vez da mãe, com desejo de comer estas coisas? Pois eu tô assim com o ossobuco, ossobuco, ossobuco...
posted by : o Administrador desta empresa, uai! 10:51 AM
Sexta-feira, Julho 21, 2006
Eu empresto, tu empresta, ele empresta...
Todo mundo já emprestou alguma coisa na vida: o celular, o carro, o brinquedo preferido, o colchão, a escova de cabelo, o violão e até mesmo uma peça de roupa, íntima ou não! Emprestar até que não é ruim, o ruim é ter que ficar implorando que se devolva a coisa que é sua e que te pertence por direito.
... hum, eu acho que tem um CD lá na casa do Pedro...
Confesso que emprestava algumas coisas minhas, de bom coração, para pessoas próximas. Confesso também que já fiquei no pé destas mesmas pessoas para a contra-prestação daquele gesto legal que tive... e que hoje não tenho mais!
... meu concunhado não devolveu minha bermuda que pediu no Carnaval...
E é por isso que eu, hoje em dia, apóio de coração o egoísmo material! Sim... para quê emprestar sendo que você vai ter um trabalho, como diria aquele outro blogueiro de nome esquisito, "fêla-da-puta" para ter de volta o que já é seu? Nem morto...
posted by : o Administrador desta empresa, uai! 1:11 PM
Quarta-feira, Julho 19, 2006
Fiquei sabendo dela pelo Bloggerman, depositei os sete reais, mandei o comprovante por e-mail, aguardei uns cinco dias, li, gostei...
... e agora recomendo! CLIQUE AQUI!
posted by : o Administrador desta empresa, uai! 3:05 PM
Terça-feira, Julho 18, 2006
Indecisão
Se eu fosse ficar o resto da minha vida com alguém, seria com a Mirelle... mas ela já tem namorado e, pelo que parece, a coisa é séria. A Rose eu acho muito linda, morena estilo sargentelli e dona de uma boca invejável, mas ela só curte jogador de futebol (e eu amo vôlei) e pagodeiro em ascensão (cruz credo!). Pensei na Roberta, na Márcia e na Cleusa, minhas amigas inseparáveis de infância... mas este mesmo pensamento ficou barrado por conta dos ótimos e saudosos momentos de tempos atrás e nas confissões do tempo presente. Quem então? Matilde, a jovem dona do Café Expresso aqui da esquina? Será que ela toparia? Hummm... muito provavelmente não: Matilde é uma mulher tão espontânea, tão dona de si, tão independente... e eu ainda acho que ela tem uma quedinha pela Camila, que trabalha no escritório de cobrança do prédio de vidro azul! Fofoca: sabe quando a gente percebe que os olhares demoram à se dissipar? Matilde com Camila é assim, deste jeito. Camila não sabe, mas ela está arrebentando corações de todos à sua volta! Quem então? Josefina? Marta? Solange? Zileide? Tantas mulheres nesta vida, todas tão belas, tão diferentes uma das outras, todas tão confusas e tão difíceis de entender... ai, será que o Zé me perdoa?
Este post eu fiz para o Concurso número sei lá quanto dos Blogueiros Malditos, mas por falta de tempo (e porque aqui no serviço é terminantemente proibido acessar o O.r.k.u.t.), não tive como postá-lo para participar da brincadeira. O tema em questão era homossexualismo. Hoje cheguei e, ao abrir o Word, dei de cara com ele, o texto, tipo querendo ser exposto à todos! Bem, ta aí...
posted by : o Administrador desta empresa, uai! 1:44 PM
Segunda-feira, Julho 17, 2006
Será o fim de uma era?
Antigamente (ai ai ai!), eu sentava para tomar uma cerveja com os amigos e bebia, bebia, bebia todas e mais algumas, e lembro que ficava sempre com aquele gostinho de quero mais ao final da churrascada (ou da butecada). Hoje? Hoje eu rezo para que não tenha acabado a Dipirona lá em casa, porque é tomar uma mixaria de golo que a cabeça começa à doer sem parar, a ressaca vem forte e rodopiante, o mau-humor e o sono começam à imperar... e eu, de uma hora para outra, parto de uma fase totalmente zen (a bebida faz coisa...) para outra, totalmente fudidaça (**)!
E daqueles tempos de outrora ficaram só as boas recordações! Lembro que costumávamos tomar todas e mais uminha (a saideira) lá no Bar Opção, eterno aconchedo/reduto dos matadores de aula do Estadual Central e nem abalava o periquito. Lembro que descíamos, eu e meu amigo Júlio César (o inventor do "projeto meia noite às seis", em que começávamos à biritar em diversos barzinhos um pouquinho antes das doze badaladas notúrnicas e parávamos somente quando o galo cantasse... eita tempo bom!), a Rua Rio de Janeiro, dez ou alguma coisa para as dez da noite, em direção ao centro da cidade e tomávamos inúmeras ampolas geladinhas lá nos botequins do Edifício Arcângelo Maletta - ou simplesmente Maletta -, fazendo companhia para o dono do estabelecimento até ele dizer a frase mágica: "já estamos fechando e esta é a última que eu sirvo, ok?", já deixando a porta do bar pela metade. Lembro que entornávamos umas infindáveis cervejas intercaladas com o mais saboroso capeta (bebida que levava vodka e muito pó-de-guaraná... ou pó-de-guaraná e muita vodka) lá no Onhas do Jequi (um bar que existiu aqui em Belo Horizonte) e conseguíamos, impressionantemente, ainda ir para outro bar para fechar a noite. Lembro que eu tinha, naquela época, menos de vinte anos, e vivia contando um sem número de piadas nas mesas dos bares, fazendo a alegria da moçada! Agora? Agora eu estou naquela de comprar uma caixa de cerveja em lata, deixar gelar lá mesmo em casa e preparar a cama para "dorme neném, do meu coração" caso eu passe, sem querer, da linha imaginária da biritagem...
1 cerveja (*): não faz nem cócegas e alguém conta uma piada...
2 cervejas: lembro da piada da formigunha e do elefante e conto para o pessoal...
3 cervejas: já começo à lembrar das piadas pesadas...
4 cervejas: já contei todas as piadas pesadas...
5 cervejas: conto as piadas extra-pesadas, que fariam Costinha revirar no caixão...
6 cervejas: eu já te contei a piada da formiguinha e o elefante?
Estranho como o repertório de piadas, assim como a capacidade de metabolizar o álcool, também ficou fraco com o passar dos anos. Mas eu acho que para este último tem remédio:
- Me conta um piada nova?
_______________________________________
(*) - bebida utilizada como parâmetro: cerveja 600 ml, gelada, da marca Skol, porque se for outra, mesmo geladíssima (ex.: Kaiser, Schin, Colônia ou similares), não consigo esboçar nem um sorriso, quanto mais contar/lembrar piadas...
(**) - na fase "fudidaça", a dor de cabeça é multiplicada pela potência 3 quando consumida cerveja diferente da descrita no item acima... e só Jesus para salvar! Ave Maria...
posted by : o Administrador desta empresa, uai! 2:36 PM
Sexta-feira, Julho 14, 2006
A melhor parte da noite, para mim, não é nem a hora que estou, literalmente, caindo na cama, morto de cansado, nem aquele rápido momento que antecede o sono, segundos este em que damos aquela longa espriguiçada e aquela famosa bocejada. A melhor parte da noite, para mim, é quando tem o movimento flup-flup!
- Movimento flup-flup?
Sabe o que é isso não? Nem tem a mínima idéia do que se trata?
Poxa... agora eu tenho que tentar te explicar o que é o movimento flup-flup. Hummm... já sei, vou escrever o que aconteceu comigo e o leitor, com toda certeza, saberá definir e tirar suas próprias conclusões.
Aconteceu numa destas noites do mês de junho, ou bem no finalzinho de maio, quando eu e esposa dormíamos o sono dos justos na fria cidade de Nova Lima. Ela dormia abraçada comigo e eu, voltado para o lado esquerdo, sentia a sua barriga tocar minhas costas. Eis que, no meio da noite, sinto um toque, tipo um cutucão, como se alguém tivesse me chamando insistentemente. Abri meus olhos, tentei acostumá-los com o breu que imperava naquele quarto quentinho e constatei que o toque nas minhas costas não parava de jeito nenhum. Intrigado, voltei, sonolentamente, a cabeça em direção à esposa e vi que ela estava dormindo pesadamente. Uai, então quem estava mexendo comigo? Quem? Ora... era o neném! O nosso neném, aproveitando que a mãe dele estava descansando bem gostoso, revirava (flup), dava cambalhotas (flup), trançava (flup) e destrançava suas perninhas (flup flup) rapidamente, batia palminhas e mexia no seu bilauzinho... e eu sentindo ele lá, simplesmente, porque a barriga dela estava aninhada, certinho, nas minhas costas.
Movimento flup-flup é isso, o neném mexendo sem parar (flup... flup... flup) lá dentro da barriga da mãe... e o pai, com os olhos despertos, esperando, feliz, o dia clarear!
- Acorda, papai... que tá na hora de acordar para trabalhar, viu?
posted by : o Administrador desta empresa, uai! 1:34 PM
Quarta-feira, Julho 12, 2006
Olha só quem veio para o almoço? Janta também?
Gente, vou falar uma coisa para vocês: que mês mais louco este que passou, e que começo de julho mais apertado que foi este.
Falta de dinheiro? Também... mas você se lembra que um tempo atrás eu falei que iria estudar tudo e mais um pouco para não mais depender da famigerada prova especial? Lembra? Pois é... faltou um tiquitinho de nada para isso! Eu, em junho, estava sozinho aqui no trampo, trabalhando arduamente para dois (é ou não é, Geogeo?) e, deste modo, acabou faltando aquele "plus temporal" para poder me dedicar mais aos estudos (ora, estágio de manhã, trabalho normal à tarde, aula à noite... sábado trabalhando... cadê o tempo?). Mas mesmo assim, considero-me um ser vitorioso, pois agarrei somente em duas matérias, duas das que eu falei, bem no início do semestre, que era moleza, que era fácil fácil, duas matérias das mais babas... resultado: sobrei igual jiló na janta.
Está certo que, nos tempos quase escassos entre um serviço e outro aqui, um afazer doméstico e outro acolá, me dediquei às outras matérias mais gostosas, refrescantes e saldáveis advindas dos finais de semana; tá certo que, por conta do desgaste físico/emocional (resultante de vivermos sobre a égide deste nosso maquiavélico sistema capitalista, desta cultura cinematográfica holywoodiana imposiosionista norte-americana, deste esganante mercado financeiro globalizado, desta política petista de neogerenciamento dos recursos estatais/privados em prol da modificação do Estado; desta comissão técnica brasileira e dos jogadores europeizados nesta Copa do Mundo [...] ), deixei escapulir, no último minuto do segundo tempo, a "chancha" de tocar a bola para o fundo da rede e curtir, junto com os outros 80% da minha turma de faculdade, as férias em sua totalidade... mas tá certo também que o que importa, o que realmente importa mesmo é que, no finzinho de tudo, apareça o resultado feliz, não é mesmo? Então tá limpo...
E pensar que isso tudo aconteceu no finalzinho do mês passado e no começo deste, hein? Por isso que eu sumi... mas agora, estou de volta!
PS.: sempre pensava em escrever novos posts, juro, mas tinha que dedicar meu tempo para ir para o 8º período... ufa!
posted by : o Administrador desta empresa, uai! 1:09 PM
Segunda-feira, Julho 03, 2006
Enquanto ajeito a meia... Introdução: (Am Em) 3 vezes
Em Am Em
Arrepare não, mas enquanto ajeito a meia eu vou lhe contar
Am Em
Uma história bem curtinha, fácil de cantar:
Dm Am
Porquê jogar, parece com não perder
B7
É igual a sempre vencer
E7 A7
E que pro brasileiro é paixão
Dm Am
Porque jogar, parece com não perder
B7
E é sempre querer vencer
E7 Am
E que pro brasileiro é paixão
Arrepare não, mas enquanto quieto o corpo eu puxo o meião
E o Zidane lá no canto, batendo um bolão
Porque cansar, parece que é morrer
É igual a se escafeder
Deixar o time na mão
Porque cansar, parece como morrer
É igual a me escafeder
E o Pelé tem razão...
G
E o futebol matreiro que você presenciou
C
Foi safadinho, eu não joguei porquê eu "não tô"
B7 D E7
Te arrepiou todinho quando falaram, bem baixinho, que aquela era a Seleção (2 vezes... ou mais!)
Dm Am A7
Ai, mas como é triste, esta nossa vida de "artista"
Dm Am
Depois, de perder a Copa pros franceses
B7 E7 A7
Sair, nas oitavas junto com a Arrrrrrentina...
Porquê jogar, parece com não perder
É igual a sempre vencer
E que pro brasileiro é paixão...
Porque jogar, parece com não perder
E é sempre querer vencer
E que pro brasileiro é paixão
Ps1.: depois daquela arrumada de meia do Roberto Carlos (o outro artista), putsgrila...
Ps2.: uma pergunta: aquilo foi considerado jogo de futebol mesmo?
Ps3.: esta música é para ser cantada ao rítmo de "Enquanto engomo a calça", do Ednardo!
Ps4.: as frases "arrumar/ajeitar a meia", "'Cicrano', antes de fazer o que pedi, arrumou/ajeitou a meia" ou "está arrumando/ajeitando o meião" serão, para sempre, conhecidas como sinônimo de "avacalhação", "total falta de vontade" ou "incompetência"?
posted by : o Administrador desta empresa, uai! 1:17 PM