Sexta-feira, Junho 30, 2006
Adiós, hermanos!

Eu tento, mas não consiiiiiiiigoooooo....
Lehmann le atajó a Ayala y a Cambiasso y Alemania se clasificó a las semifinales de la Copa del Mundo. Los 90 minutos reglamentarios terminaron 1 a 1. Y los 30 suplementarios también. Ayala había puesto en ventaja a la Selección, de cabeza, luego de un corner de Riquelme. Los locales llegaron al empate con dos cabezazos en el área, el segundo de Klose. El árbitro eslovaco los favoreció y cobró todo para ellos. Abbondanzieri se lesionó y fue reemplazado por Franco. Riquelme y Crespo dejaron sus lugares a Cambiasso y Cruz. Un giorno tristísimo. El árbitro eslovaco fue muy localista, aunque no incidió directamente en el resultado. Condicionó a los jugadores argentinos y cumplió con los anfitriones. El árbitro Lubos Michel tuvo una marcada inclinación a cobrar a favor de Alemania durante todo el partido. El eslovaco fue muy localista aunque sus fallos no llegaron a ser determinantes en el resultado. En cambio, sí condicionaron a los jugadores argentinos. En total cobró 32 faltas en contra de la Selección, y sólo 23 de los alemanes. Amonestó a cuatro argentinos y a tres locales. En el primer tiempo le cobró cinco faltas a los delanteros nuestros dentro del área rival, todas lejos de la jugada. (*)
... torcer para o time da "Arrrrrentina" de jeito nenhum! Quer dizer, eu torço sim, mas só para que ela se ferre...
Como se diz por aquelas bandas de lá: ¡El llanto es libre! (**)
PS.: (*) texto vindo diretamente do jornal deles, um tal de Olé, logo após a desclassificação! Que peninha!!!
PS2.: (**) tradução: "o choro, hermanos arrrrrrrrrentinos, é livre!"
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3:27 PM
Quarta-feira, Junho 28, 2006
O Outdoor.

Nisso ouve-se o barulho característico de pneus se arrastando no asfalto e o som inconfundível de um batida. Saem dos respectivos automóveis dois homens...
- Porra... mas você é um barbeiro, hein? - disse o cara franzino do carro que teve na traseira levemente amassada.
- Nossa, me desculpe... é que eu olhei o outdoor e, sabe como é, né?
- Mas que outdoor?
- Aquele ali!!
- Nossa... mas quantas bundas boas!!
- Aquela do meio ali é ótima!
- Prefiro a de calcinha azul...
- E aí... como vamos fazer?
- Com quê?
- Com o prejuízo da batida!
- Ah, esquenta não... nem amassou tanto assim!
Saem os dois com os pescoços estirados em direção ao enorme painel colocado ao lado da rodovia. Dois minutos depois, ouve-se, novamente, o barulho característico...
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2:25 PM
Terça-feira, Junho 27, 2006
Oncotô?

E o jogo estava bem truncado: de um lado, Gana defendendo-se como podia, do outro, bem ao estilo "faz eu sofrer não, Parreira", o Brasil errando e acertando alguns passes, deixando a sua torcida angustiada pelo terceiro gol.
Cansei. Peguei caminho para o serviço, já confiante daquele placar que, em se tratando de oitavas de final, estaria de bom tamanho para a próxima fase. Uma, duas, três, quatro ruas e mais uma avenida sem nenhum movimento depois, avistei alguns verde-amarelo ao longe. Parei, estacionei e, como bom brasileiro que sou, corri para ver o próximo lance na televisão (em um dos milhares de aparelhos ligados naquela hora, em todo o país), preocupado se rolou o gol adversário, o terceiro do Brasil (mesmo sabendo que não: não haviam gritos, fogos de artifícios e o característico buzinaço dos poucos carros nas ruas) ou mesmo se havia alguém do nosso time expulso. Me embrenhei no meio do pessoal, pedi alguma coisa para beber e fui curtir aqueles últimos momentos do jogo, escorados, estrategicamente, no balcão ao bar e em frente ao televisor .
[ a morena, de mãos dadas com outra, se desvencilha dela e parte para o banheiro feminino ]
O jogo continua truncado, mas parece que vai melhorar alguma coisa: sai Adriano e entra o Juninho Pernambucano! Eita... estava todo mundo contando com esta substituição.
[ o moço comemora um lance de ataque com a mão posta na perna no amigo ]
- Vai, Brasil, vai logo... marca logo este terceiro, porra!!!
[ a morena do banheiro sai, me olha com uma cara estranha e, na seqüência, a que estava ao meu lado sai ao seu encontro... vão as duas para a rua ]
Jogo cheio de faltas e cartões amarelos. Olhei os minutos, pensei na dificuldade de encontrar uma vaga para estacionar o carro para o retorno ao serviço e resolvi sair dali, ir embora, faltando menos de quinze para acabar o jogo. Dinheiro, troco, um chicletes na boca, ganhei a Contorno.
Um grito:
- Núuhhhh!
Não... não teve gol, mas não teria nenhum problema eu ficar mais alguns minutos, lógico! Um carro estacionado, Pálio, na rua lotada de jovens. A tela enorme da televisão buscava a atenção de todos olhares dali, seja em pé, sentados ou servindo entre as mesas... mais um lance do nosso time! Um olho na tela e outro, infantilmente, em quem estava ao lado poucos minutos atrás. Nisso o Ricardinho, lá no outro lado do mundo, lança Zé Roberto que passou ligeiro pelo goleiro e tocou a bola para as redes do goleiro: 3 a 0.
[ a morena que estava ao meu lado e a outra (do banheiro) se lançam num apimentado beijo comemorativo... ]
Naquele momento, ficamos todos... contentes (eu pelo gol da Seleção, a outra por ser fiel e a outra que, na base de sei lá o quê, percebeu que euzinho estava ali por mera coincidência... ou você acha que eu fiquei olhando as duas?)
E viva o Brasil!!!
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3:12 PM
Segunda-feira, Junho 26, 2006

[3] cura, [2] sangra, [1] corta
[l] Segura o guardanapo encharcado, olha para a noite fria daquele sábado e roga uma praga para si mesmo: "porra, você sabe que possui mais ou menos o dom de ver o amanhã, seu projeto de médium de corpo fechado idiota". [k] O álcool jogado no ferimento profundo, a dor lacrimejante, o sangue se esvaindo e manchando de vermelho a calçada.
- [j] Zzzzip!
[i] Desceu do carro com seis ou oito cascos de cerveja nas mãos, trouxe as cheias, passou o dinheiro, recebeu o troco, a porta aberta e o banco encostado no volante, o peso gelado ousando fazer escorregar, os pés rapidamente se afastando do bar e o direito indo de encontro com um pedaço - criminoso - de um copo americano quebrado, colocado, quase que propositadamente, bem rente ao meio fio. [h] O automóvel descendo rápido a rua, a sede e a festa de poucos que iria acontecer, [g] cinco, eu tenho dez reais, a "vaquinha" do gole, [f] , "pronto... vou assim mesmo", [e] põe uma camisa, [d] calça os pés com borracha azul marinho, [c] o chinelo, com cara de abandonado, olhando-o perto da porta, [b] sai do quarto observando o tênis sujo...
- [a] Eu vou descalço!
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1:05 PM
Sexta-feira, Junho 23, 2006
Curso prático intensivo para pai.

Saí do serviço ontem três da tarde para assistir ao jogo do Brasil... peraí, vamos ver se melhoro a frase: saímos do serviço, eu e praticamente toda a população economicamente ativa da cidade, para assistir ao jogo da seleção canarinho, seja nos bares, seja nas suas residências, seja lá onde for!
E que congestionamento, viu? Uma hora de relógio do bairro Funcionários até o Padre Eustáquio, dentro do carro, avançando e parando constantemente, metro à metro, por todas as avenidas, ruas e ruelas que percorri até chegar à casa da minha cunhada. Uai... eu cheguei na hora do hino, só para você ter idéia. Quê? Se minha cunhada mora longe? Nada... vou te falar uma coisa: daqui do trampo até lá deve ter, no máximo, uns sete quilômetros! O foda é que, para chegar lá sem dar aquela volta, tive que cortar o centro da cidade, e o centro da cidade estava daquele jeito que o capeta gosta...
Mas tá limpo, cheguei! Cheguei em tempo para comprar a cerveja (ninguém tinha comprado... se bem que ninguém iria beber) e em tempo para ficar brincando com a Gabriela, a filhinha da cunhada! Alternei momentos de angústia (o gol não saia) e de risos incontroláveis (lembra que o Galvão disse? "a bola do Ronaldinho não estava entrando de jeito nenhum!") fazendo arte com a danadinha que, à toda hora, me fazia desgrudar os olhos da televisão para conferir travessuras de neném de 10 meses de idade. Valeu à pena... a brincadeira e o jogo, é lógico!
Melhores momento do primeiro tempo: o gol do Ronaldo no finalzinho, a cerveja, o risos e as brincadeiras.
Depois do intervalo foi a vez de brincar com os dois ursinhos da Gabi: para o marrom, eu fazia uma voz grave e, para o amarelo, voz fininha! E brincamos, quer dizer, arrancava dela aqueles risos com pouquíssimos dentes, observava a baba descer enquanto fazia um ursinho brincar com o outro, babava eu quando os ursos pediam um beijo à Gabriela e ela, neném como ela só, estalava uma bicotona nos brinquedos. Perdi a concentração no jogo, que só via quando lá fora ouvia gritos, barulhos de fogos de artifício e buzinas de carros em comemoração...
Melhores momentos do segundo tempo: nós, tio e sobrinha, rolando na cama, rindo demais e fazendo arte.
A melhor parte da tarde foi justamente esta: curtir, mas muito, minha sobrinha! Quê? Se o jogo foi bom? Sei lá... afinal, eu estou em treinamento, não é mesmo?
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1:16 PM
Segunda-feira, Junho 19, 2006
Brasil-sil-sil-sil (ai!)

Ontem fui, literalmente, obrigado à entrar, de corpo e alma, no espírito da Copa da Alemanha.
Na realidade eu queria ter acordado, feito um café bem forte, confortavelmente esticar na poltrona lá de casa e debulhar uma apostila de Direito Administrativo (tenho prova amanhã), mas me vi preso, praticamente algemado, em frente ao televisor desde cedo, assistindo, euforicamente, o primeiro jogo de domingo.
Depois? Ora... depois foi tudo conseqüência, um turbilhão de ações pré-nunca-programadas pelo animômetro que todo torcedor brazuca possui dentro do coração, um tal de enxergar verde-amarelo em todos os objetos à minha volta, nossa pátria de chuteiras... e eu, como também sou gente, me vi, subitamente, levado por aquele tsunami de 179.999.999 de brasileiros felizes, alegres e esperançosos por uma atuação digna dos nossos jogadores.
Liga o carro, garrafas no porta-malas, meio-dia e quinze (nossa, tá quase na hora do jogo!), dirige rápido, busca a afilhada de um ano lá longe, volta fugido do copo de whisky oferecido pelo pai da afilhada (whisky com sol rachando não dá), passa no bar, compra cerveja gelada, doze no congelador, uma no recipiente de isopor, dez para uma, hino nacional e o coração já começa à bater mais forte... Brasil!!!
Eu, sozinho, consumindo as cervejas (digo "as cervejas" porque o início daquele jogo truncado foi a desculpa ideal para consumir, eu só, três ampolas antes da metade do primeiro tempo), de olho na tela e ouvidos no que o Galvão gritava (chorei de rir quando acertaram o Rrrrrronaldo e o apresentador teve um chilique... hilário) e nada de gol. Cadê o gol?
E eu fui nesta, sorvendo as geladinhas, nos noventa minutos de jogo. E depois da vitória também, é lógico, para tentar desacelerar o coração. Só sei que, de noite, um pouco antes de dormir o sono dos justos (e de todos os brasileiros que sofreram, de novo, pela nossa seleção), eu estava com a cabeça explodindo, tipo Austrália 5 X 0 Brasil. Uma dor fudida, uma ressaca daquelas medonhas...
Vou parar de torcer assim, juro! A médica já avisou: nada de excessos. Já imaginou se o nosso time embala (mas continuando com aquele futebol máômeno) e eu, numa ressaca tipo Argentina 9 X 0 Brasil? Nem levanto no outro dia...
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4:18 PM
Terça-feira, Junho 13, 2006
Dia 13/06/2006, 17:15 horas.

Sabe o que estou fazendo agora, neste exato momento? Não espalha não, mas eu estou tra-ba-lhan-do!
Lá fora alguns cento e oitenta milhões de brasileiros em frente à televisão, acompanhando passo à passo Brasil e Croácia, olhos vidrados em Ronaldo Obeso, Ronaldo Feio e Kaká "o último jogador de futebol tupiniquim ex-virgem" fazerem o que sabem de melhor (não é arrumar mulher bonita, nem muito menos dirigir carros importados, mas sim jogar bola). Até pensei em sair do serviço mais cedo (aqui nos liberaram às 14:00 horas), até pensei em ir embora, assim como fizeram os outros companheiros (que depois pagarão estas mesmas horas em outros dias) mas sabe, sei lá, por um momento refleti que aqueles jogadores, que valem todos juntos em torno de US$ 1.000.000.000,00 já tem a vida feita!
E eu? Euzinho? Ter que pagar hora num domingo (só pode ser domingo, porque sábado eu já trabalho) por conta de assistir jogo do Brasil? Só se fosse pela cerveja e pela farra... mas minha médica me proibiu da primeira.
Ai ai...
... mas vez ou outra acompanho, em tempo real, quem tá dando canelada em quem...
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5:15 PM
Quinta-feira, Junho 08, 2006
Bem que vocês poderiam me ajudar...
Vocês se lembram do Jornal do Blogueiro? Pois é, o Jornal existe ainda!
Matérias sobre blogs voltada aos milhares de blogueiros espalhados neste planeta, reportagens, coisas e mais coisas que rolam e que acontecem na nossa blogosfera são relatados no nosso jornal! Mas tem hora que a gente precisa de ajuda...
Ps.: tem alguma dica de reportagem? Se tiver, o que acha de compartilhar com a gente? Escreva-nos, poste um comentário, sinal de fumaça, sei lá...
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1:40 PM
Quinta-feira, Junho 01, 2006
Que delíiiiiicia... uhhhhhh!!

Se tem uma coisa que incomoda, que nos deixam nervosos, possessos, desesperados, ansiosos, loucos da vida mesmo é quando estamos à fim de dar aquela bela mijada e, por algum motivo superior, não conseguimos.
O caboclo enche os cornos de birita, muita cerveja mesmo, não vai ao banheiro por acreditar que dá tempo de chegar em casa (lá do outro lado do mundo, nos cafundós da cidade), pega a condução para sua residência e, ao primeiro chacoalhar da viatura, a gotinha aponta lá na pontinha. Se o cara conseguir segurar, o poste vai ser a primeira testemunha!
Quantas vezes presenciamos nas lojas de roupas, de panelas, de eletrodomésticos dentre outras do centro da cidade, pessoas com aqueles olhos arregalados - geralmente e na sua maioria mulheres - que entram desesperadamente no dito estabelecimento comercial como se fugisse de um meliante super-ultra-mega perigoso na rua? Muitas, não é mesmo? Já viu como elas agem? As pessoas (leia-se mulheres) necessitadas vem logo abordando a vendedora que, já sabendo do que se trata, aponta para o fundo da loja... (lá vai a tia se aliviar). Sabe que aqui na cidade onde moro/trabalho/vivo/nasci tinham umas mulheres que, além de dar aquela mijadinha básica no banheiro destas lojas, ainda faziam a limpeza no recinto? É... é que, em alguns destes W.C. de lojas mais simples, mais humildes, os funcionários dependuram bolsas, calças e outros objetos atrás da porta deste mesmo banheiro de uso coletivo. A ladra mijona, além de usar a privada, privava os funcionários dos seus pertences e os deixava, literalmente, com a mão na frente e outra atrás: entravam com uma bolsa cheia de papéis amassados, saíam de lá com roupas e tudo o mais que podiam carregar, desde sabonete, papel higiênico e as escovas de dentes dos pobres coitados. O que aconteceu? Ora... os justos pagam pelos pecadores: as boas mulheres que estavam em apuros urinários via de fato, de repente perderam o seu porto seguro para aquela famosa e imprescindível mijadinha durante as suas andanças sem fim atrás de uma oferta... agora é só no shopping, mas mesmo assim pagando R$ 0,50 (faça a conta: cinqüenta centavos para mijar é quase 500ml de refrigerante de garrafa... um absurdo!).
Mijar. Falando em mijar, dar aquela mijada que a gente até arrepia ao balançar a piroca ao tentar excluir a última gota (que sempre vai para a cueca, todo mundo sabe disso...), a melhor, mas a melhor mijada que eu já dei foi quando eu tinha uns 10 anos, e esta mijadinha me marcou para sempre.
Lembro que brincava de pegador, pega-ladrão, pique-esconde ou menino-pega-menina, sei lá... e, numa certa hora, me bateu uma vontade danada de dar aquela mijadinha, daquelas mais que urgentes. Estava, num dado momento, escondido atrás de uma moita muito densa; depois, num piscar de olhos, me transportei automaticamente para o banheiro lá de casa. A tampa estava abaixada e eu lá, segurando o pingulim, espertamente, afim de evitar que nenhuma gota de xixi esbarrasse no plástico e consequentemente não ser xingado pela mãe... e, impressionante, nenhuma gotinha sequer relou o barato: fantástico! Aquele mijo durou cerca de dez minutos, onze, doze.... na realidade, na boa mesmo, parecia que não ia acabar aquele mijar de jeito nenhum. Foi percebendo que estava demorando demais, caiu a ficha e eu saquei que não estava no banheiro lá de casa porra nenhuma e nunca havia estado antes em nenhuma moita verde brincando de pega-pega ou outra brincadeira infantil: estava mesmo era dormindo, sonhando bem gostoso na minha cama enxarcadinha...
Daquela vez quase afoguei no meu próprio mijo...
Que foi que tá rindo? Nunca mijou na cama quando era criança não?
- Duvideodó!!
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Peraí, vamos fazer uma pesquisa: quem nunca mijou na cama quando pequeno levante este dedo mentiroso para cima agora!! Ah, e lá no Mega Sena o bicho tá pegando: poemas de amor, mulher bonita... o negócio tá melhorando!!

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5:47 PM
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