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Jornal do Blogueiro

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Quarta-feira, Fevereiro 06, 2008

Voltei! Voltei? É... acho que voltei...

Senhoras e senhores... tô de volta! E voltei tentando resumir a parada de mais de 30 dias sem blogar...

Férias: saí de férias dia 14 de janeiro, mas recebi a bufunfa (quê? Ah... a mixaria) no dia 11. No dia doze, depois de pagar uma conta aqui, outra acolá (e deixando outras para depois) já estava duro.

Antes da prova da OAB/MG: gastei uma "grana servida" em três livros de direito tributário. Tudo isso para estudar nas férias (inclusive, na praia).

Férias na praia: cheguei em Guarapari (só) com duzentos reais e uma expectativa enorme de conseguir um empréstimo financeiro no caixa-rápido do meu banco. Esta grana serveria para euzinho me embebedar nas areias quentes daquela localidade do Espirito Santo e, inclusive, para pagar a minha parte do aluguel do apartamento. Ah, esqueci de dizer que no sábado, no domingo e na segunda-feira tentei, desesperadamente, fazer esta transação financeira, sem êxito. Quando pensei que estava, literalmente, no "cú do Zé Esteves" (afinal, já estava na praia, sem grana e sem o empréstimo), o banco, na terça-feira, liberou o dinheiro, O DINHEIRO EXATO PARA PAGAR A ESTADIA NA PRAIA. Pensei: fudeu! E não é que fudeu mesmo?

Cerveja na praia: quase não existiu. Quer dizer, existiu, mas de forma bem simplória. Como só estava com R$ 200,00 e a cerveja custava R$ 4,00 (com os 10% do garçon) e a mais barata porção de um peixe qualquer girava em torno de trinta e cinco "reá", fiquei muito, mas muito limitado. Cada sentada no boteco era cinquenta contos, acredita? 'Cá' pra nós: beber cinco, seis, sete cervejas olhando para o mar é muito, mas muito pouco, não é não? Quase morri de sede! Fiz o que pude e o que pude durou exatos 3 dias. Ai ai... como tudo é caro em janeiro!! Ou eu que sou pobre?

Guilherme na praia: meu neném não gostou da areia... nem da água gelada! Ficou só na dele, brincando, longe, de qualquer "areínha" ou "poçinha gelada".

5 dias antes da OAB/MG: peguei para estudar. Para estudar muito! Mas a materia também era muita, muita mesmo e me dava muito sono fudido ficar lendo. Aí eu lia até onde eu aguentava... e dormia o resto! Ah... foi aí que descobri que o remédio de pressão (Atelonol 50) que tomava de noite e de dia (notícia urgente: uma semana antes de sair de férias minha pressão foi lá nas cucuias e os médicos que me atenderam receitaram dobrar a dose... e nesta o sono também dobrou) que me faziam dormir a tarde toda lá em Guarapari, e não a mixaria de cerveja que bebi lá. Graças à Deus!!

A prova: mas foi difícil, viu? Seis questões, sendo que a primeira valia 5 pontos e as outras cinco 1 ponto cada! Estava conversando com uma amiga no MSN, agorinha mesmo, sobre como fazer a prova! Sabe como? Fazendo-a direto na folha de resposta, e não utilizando a folha de rascunho. Uai, porquê? É que não dá tempo para fazer tudo! Fiz a peça na folha de rascunho, a primeira questão e a segunda também. Quando terminei estas três, faltava menos 2 horas para terminar a prova! Aí é a hora da correria: passa a prova para a folha de resposta, correndo e com o "tuím" na mão para não errar! Depois da brincadeira, faltava exatos 40 minutos para euzinho aqui fazer as últimas 3 questões! Pergunta se deu tempo? Li uma, a outra e a última e saí pensando na resposta! Aí foi um tal de mistura um com o outro, larga livro aqui e procura no outro, no outro e no outro que pelo amor do Santíssimo! Sei lá... dia 22 de fevereiro te conto como foi...

O carnaval na roça: aqui em BH não tem carnaval. Em Nova Lima tem, mas quem quer saber de ficar em casa? "Picamos a mula" para São Sebastião do Maranhão, leste de Minas Gerais, para curtir aquela paisagem bucólica, aquela paz, aquele cheirinho de bosta de cavalo. Saímos daqui na quarta-feira, dia 30, debaixo de chuva, mas muita chuva. Quando estávamos no 1/4 da viagem, eis que nos ligam falando que não dava para passar na estrada de terra (ou melhor, era terra, mas com a chuva virou estrada de lama). Pensamos: voltar ou atolar? Votamos por atolar... e atolamos mesmo! O Siena chegou lá na cidade daquele jeito: barro até no... no... escapamento! Atolou, mas chegamos!

A cervejada na roça: muita! Resumindo, muita cerveja geladinha.

A cachaçada na roça: muita! Resumindo, muita cachaça de qualidade.

A churrascaiada na roça: rolou fácil! Tinha cerveja, tinha cachaça e tinha muita, mas muita carne.... e carne de qualidade e o melhor: barata! Vê se pode: fizemos churrasco de filé mignon! Sabe quanto compramos o quilo do filé mignon? Sete reais! Contra-filé? Sete reais o quilo! Costelão? Cinco reais! Agora imagine R$ 30,00 de carne por dia. Isso mesmo... se você pegar a quantidade de carne e dividir pelo fator X do churrasco, vais descobrir quantas cervejas compramos para aplacar nossa sede! Êba!!

Guilherme na roça: ficou mais solto que arroz que mamãe faz! Lá ele se soltou: pisou na terrinha, andou (mesmo) pela praça até não poder mais, comeu muito, tomou muito suco, jogou muita bola (de maracujá). Ele adorou, isso eu tenho certeza.

A volta para casa: foi tranquila. Chegamos ontem por volta das 15:00 horas, depois de ficar sete na estrada. Pegamos um barrinho na saída (são 20 km de estrada de terra) e os outros 380 quilômetros até em casa foi bem legal, estrada boa, poucos carros, movimento tranquilo. Enfim, chegamos bem.

A volta para o trabalho: quarta-feira de cinzas é dia de voltar para trabalhar? Responda com sinceridade...

Ah, para piorar, recebi o contra-cheque agora mesmo! Ai, que vontade de ganhar na Mega-Sena. Será que tá acumulada? Ah, se eu tivesse R$ 1,50 no bolso...

posted by : o Administrador desta empresa, uai!
3:24 PM


Quarta-feira, Janeiro 02, 2008

2007/2008

Primeiro, gostaria de pedir milhões de desculpas aos leitores do blog Gerolino Incorporation pela minha ausência durante o ano de 2007. Foram pouquíssimos textos, foram pouquíssimas atualizações, foram quase "zero" visitas aos blogs amigos, foram praticamente doze meses de uma total inércia de minha parte para com vocês e para com o blog. Existe alguma explicação convincente? Sim, existe! A falta de tempo, desculpa clássica, e o aproveitamento dos escassos minutos entre um trabalho/serviço e outro para dar uma lida em alguma matéria para a faculdade (afinal, no ano de 2007 estava terminando a minha graduação) ou me atualizando para fechar minha monografia (que, modéstia a parte, mereceu a nota máxima).

Foram 365 dias de muita correria, intensa, diria eu, entre estudo, trabalho, casa, Guilherminho... este último a razão de toda esta batalha.

Pensei em escrever alguma coisa alegre sobre o ano que passou, mas percebo, agora, que de alegre, de muito alegre mesmo, foi ver meu filho crescendo num ambiente de muita paz e muito amor. Acompanhei e acompanho todos os momentos dele, todos! Os dentinhos nascendo, ele aprendendo à ficar sentadinho no berço, ele aprendendo à chamar pela mãe, ele fascinado pelos DVD's da Xuxa (que ele fala "schia schia"), ele aprendendo à engatinhar, ele começando à andar, ele falando "papai" com aquela boquinha mais linda deste mundo. Nada neste ano foi melhor que isso, nada! Nem mesmo a notícia que passei na primeira etapa da OAB/MG.


Hehehe! E eu pensando em não prestar aquele exame, hein? Foi uma difícil escolha: fazer a prova, que aconteceu no domingo, dia 09/12/2007, ou ir para o baile de formatura, marcado antecipadamente para o sábado, dia 8. Se fosse ao baile, não iria fazer prova; não prova, sim baile! Decidi dar adeus à festa (eu iria comprar dois convites) e focar a minha atenção à prova, estratégia que deu certo! Agora, dia 27/01/08, vai rolar a prova aberta, e esta aí é osso!

Pretendo levar para a praia (aham... janeiro estou de férias) alguns livros de Direito Tributário. Acho que tem tudo à ver: tributário, camarão, cerveja, sol, mar... eita! Pelo jeito da carruagem, acho que vai dar praia!

posted by : o Administrador desta empresa, uai!
11:07 AM


Sexta-feira, Dezembro 14, 2007

- Uai, papai... que chapéu é este? (*)



Agora sim, acabou! Ontem foi o dia da minha colação de grau, coroação máxima de um imenso cinco anos de estudos na FUMEC e de mais dois na Faculdade de Direito de Sete Lagoas. Olha, e eu pensei que este dia não iria chegar nunca... nunca mesmo! Nestes sete anos de estudos, muita coisa aconteceu na minha vida. Primeiro, em 2000, dezembro, uma prova de vestibular na cidade vizinha: passei! Dois mil e um, universitário. Minha turma, a A de Direito, amigos e colegas que formaram em 2005 (eu inclusive estava prestigiando o evento) e que estão aí, trabalhando na profissão ou não. Saudades deles todos! A viagem de Belo Horizonte para Sete Lagoas foi minha pior inimiga nestes anos que lá estudei: eram, se não me falha a memória, duas horas indo para a faculdade e outras uma hora e pouquinho para voltar... uma viagem totalmente estressante, cansativa, onde tentávamos nos distrair jogando truco, tomando algumas latinhas de cerveja, cantando e contando piadas.

Em 2002, abril, casei. Mudei do Sion para Nova Lima, uma ótima (se não a melhor) cidade da região metropolitana. O que antes era ruim, piorou um pouco mais, pois teria que viajar mais vinte e três quilômetros, do centro de Belo Horizonte, dentro de outro ônibus, para chegar na minha nova residência. Chegava em casa quase uma da madrugada para poder pegar serviço às sete horas da manhã. O vestibular do meio do ano chegou e eu prestei, novamente, para a PUC e para a FUMEC e, naquele momento, não passei em nenhum dos dois. O cansaço de ir e vir, todos os dias, para Sete Lagoas era visíveis nos meus olhos caídos, na minha indisposição, no meu sono atrasado. Neste ano de 2002 as matérias eram mais apertadas, precisava estudar... mas não aguentava. Fui reprovado em Processo Civil, merecidamente. Em 2003 teria que fazer a matéria no sábado, na parte da manhã.

Novembro ou Dezembro, não sei ao certo, mas prestei, novamente, vestibular para o curso de Direito na Católica e na FUMEC. Fiz a prova, que para mim era a última tentativa, última mesmo. Se naquela não desse certo, iria desistir de tentar mudar de faculdade. O legal é que na FUMEC meu nome ficou entre os 30 que "poderiam" ser chamados se houvesse desistência. Desistência? Pois bem... eu desisti, pois em outros vestibulares, havia ficado em melhores colocações e não fui chamado.

Começou 2003, voltei à Sete Lagoas. Na metade de fevereiro, a surpresa: me ligaram da FUMEC. Minha vez havia chegado. Desisti, então, da Fadisete e rumei para a nova faculdade, deixando para trás dois anos de estudos (algumas matérias eu aproveitei).

Novos amigos, novas companhias. Lembro que no começo fiquei muito deslocado... fazia uma matéria, Filosofia. No segundo semestre, a mesma coisa... só depois do quinto semestre que minha grade curricular se igualou aos demais colegas, pois muitas matérias já havia feito na outra faculdade.

Acho que a história é mais ou menos por aí! Para resumir este post feito rapidamente, na FUMEC também fiz amizades, estudei muito, cresci como pessoa. E ontem, acabou mais um ciclo na minha vida... ou começou outro, sei lá!

Ah, formei!

(*) - foi a cara que meu filhotinho fez quando me viu de beca e o chapeuzinho (que tem um nome... que, sinceramente, esqueci!).

posted by : o Administrador desta empresa, uai!
3:38 PM


Sexta-feira, Dezembro 07, 2007

História (real) de Natal!

- Moço, o senhor pode me ajudar?
- Pois não...
- É que estou precisando de um dinheiro para poder inteirar para comprar um gás lá para casa...
- Ixi, hoje eu não tenho...
- Tudo bem, muito obrigada...


E a mulher seguiu, logo à minha frente, dois ou três passos de distância. Tinha dinheiro sim, eu, que havia acabado de comprar uma camisa e uma gravata por cento e vinte reais. Tinha dinheiro sim, pois havia acabado de comer uma feijoada, uma Coca-Cola, troco de moedas tilintando na calça. Lá na frente a mulher, que devia ter praticamente mesma idade que eu, mas bem mais judiada pelo tempo, cabelos para se cuidar, dentes estragados, magra de uma alimentação irregular, solicitava algumas moedas à uma abastada senhora gorda que caminhava o nosso mesmo caminho. A gorda rica negou, escondendo a bolsa de couro por baixo do suvaco gordo e rico, deixando a pobre mulher pobre um pouco mais desamparada.

Não sei o que me passou na cabeça na hora, mas me senti mal por ter, simplesmente por ter, ali, algum vil metal para o meu uso. Algumas moedas não vão me fazer falta - indaguei à parte da minha mente que trabalha com as finanças. Estávamos ainda próximos à mulher gorda abastada (que assustou com a minha presença ao seu lado) quando gritei:

- Moça, moça! Toma aqui algumas moedas...

E passei dois dedos no bolsinho das moedas, pequeno espaço da calça destinado só para elas, e puxei algumas. Foram tipo umas oito ou nove, de um, cinquenta e outros tantos de dez e vinte e cinco.

- Ô moço, muito obrigada...

A gente percebe quando uma pessoa pede por pedir, para se embreagar ou para usar o dinheiro para outros fins ilícitos. A gente sabe, é lógico que sabe! E eu, naquele momento, acreditei piamente na história de sofrimento e de luta daquela mulher. Conversei:

- Então seu gás acabou...
- É moço, acabou desde ontem. Aí eu juntei, juntei dinheiro aqui, ali e agora tá faltando (conferindo as moedas que eu havia dado) sete reais e cinquenta centavos. Como não tinha mais onde arrumar dinheiro, tive que calçar a cara e sair pedindo.
- Você acha que consegue?
- ... se eu encontrar pessoas boas como o senhor, eu vou conseguir.
- É...
- Eu ainda tenho algum tempo, porque às 4 horas busco meus meninos na aula...


Era verdade! A necessidade era real, conseguia sentir na minha própria pele. Estava diante de uma pessoa que precisava, que necessitava de R$ 8,00 para fazer um café, esquentar o jantar dos meninos... porra, quantas vezes o gás lá de casa acabou, no meio do almoço, e eu fiquei desesperado aguardando o motoqueiro chegar com outro?

Ela seguiu cinco passos à frente, entrou no Barba-Azul (um bar próximo ao serviço) e pediu para os fregueses. Eu segui, passei em frente, fui embora. Segui pensando naquala mulher, atravessei a avenida e, quando já ia entrando no jornal, lembrei que eu sou... gente! Sou gente, sou um ser humano, sou inteligente, sou feliz, sou rico (com a graça de Deus), sou generoso e, naquele momento, estava diante de uma pessoa que estava precisando da MINHA AJUDA! Voltei. Voltei correndo e tentando trocar uma nota de vinte no camelô do DVD (momento em que percebi a gorda abastada escondendo a bolsa quando me viu atravessando a rua...pobre mulher rica...tsc!). A mulher pobre saiu do bar e atravessou a rua, do lado que eu estava. Segui atrás para vê-la pedindo ajuda para um homem engravatado (que negou) e para um outro homem que aguardava alguém estacionado dentro do seu carro (que também negou). Foi quando à abordei.

- Vem cá... vem comigo...

Parei na banca de revista, comprei uma bala, peguei o troco e lhe dei uma nota de dez reais. A gente sabe quando a pessoa tá precisando, a gente sabe! A pobre mulher abriu a mão, com as moedas de um, cinquenta e vinte e cinco, e já ia me dar o troco quando falei...

- De jeito nenhum... compra alguma coisa para você e seus filhos com o que sobrar!

A gente sabe quando está diante da morte, do perigo, do medo, da alegria... e também da necessidade. A pobre mulher parecia não acreditar que Deus nos colocou, naquele dado momento, um no caminho do outro. Eu e ela.

- Vai... vai buscar seus filhos que já são quase quatro horas...

E ela foi embora, não sem antes me agradecer novamente, pedir meu nome e dizer que iria orar por mim.

Que legal! Hoje, Deus, hoje aquela mulher pobre vai rezar por mim. Acredite, Senhor... eu estava, sinceramente, precisando...

posted by : o Administrador desta empresa, uai!
3:38 PM


Quarta-feira, Dezembro 05, 2007

Ihhh... acho que exagerei!

Faz mais ou menos trinta dias quando recebi uma ligação. Era um cara falando que euzinho aqui havia ganho uma promoção!

- Promoção?

Sim... uma promoção que depois de meio minuto de conversa e mais meio pensando ser aquele lenga-lenga um trote, lembrei. Sim, caros colegas, sumidos colegas deste blog entregue às moscas, eu ganhei um iPod Touch!


Ganhei, mas não levei! O cara lá do treco do negócio do birináite me falou que depende do pessoal que havia sei lá o quê chegado mais ele e os outros entregar o bichinho para o pessoal da promoção para que eles, desta forma, poderem me dar o prêmio. É mole? E isso aí já tem trinta dias... mais ou menos uns 30 dias e doze horas...

Ah, mas eu tô namorando o iPod Touch todo dia na internet. Todo o santo dia. Chego ouvindo meu rádio no telefone celular e, sei lá, me bate aquela vontade de ouvir uma musiquinha melhor na "zoréia" e me lembro do iPod que ganhei (mas ainda não levei), e me contorço de ansiedade. E sabe como a gente mata a ansiedade? A gente mata a ansiedade olhando... e pesquisando no Gogle!


Duvida? Clica aqui!

- Poxa, mas não sabia que eu era TÃO ANSIOSO ASSIM!!

Brincadeiras à parte, quem me conhece sabe que sou ANSIOSO DEMAIS!!!! E chato!

Acho que vou ligar para o cara da promoção pela 14ª vez... hoje!

posted by : o Administrador desta empresa, uai!
1:58 PM


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